Questiovista com Leila Rego




Dados pessoais básicos:

Nome: Leila Rego

Idade: Hum? Não entendi a pergunta! =)
Eu tenho 30 e alguns anos!

Cor preferida: Verde

Hobby: Ler, escrever, ouvir músicas, assistir filmes ...

Que dia é e que horas são quando está respondendo estas perguntas?
Hoje é dia 23 de Julho de 2010 e agora são 14h40m

Possui blog(s) e/ou site(s)? Quais?

Meu site: www.leilarego.com.br
Blog: www.leilarego.com.br/blog

Outros endereços na internet?

Twitter: @LeilaRego
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?rl=cpn&cmm=93501388

Livros escritos:
Pobre Não Tem Sorte

Quem escreve geralmente lê bastante então quais são seus escritores favoritos? Quais deles são referência para você e lhe influenciam de alguma maneira?

Sim, eu leio bastante. Além de livros, leio revistas, sites de uma maneira geral e jornais.
Tenho alguns autores que me influenciam no meu estilo, que são: Marian Keyes e Sophie Kinsella. Recentemente descobri uma autora alemã chamada Hera Lind, e me apaixonei pela maneira como ela escreve.

Livros favoritos:

A série Harry Potter; a coleção completa de Marian Keyes; e os de Sophie Kinsella. Os nacionais que estou descobrindo: Todas As Estrelas Do Céu, A Estrela Píer, Amores Incertos, Nove Minutos com Blanda, Centúrias, Perseguição Digital e Sorriso de Vampiro.

O que está lendo no momento?

Fazendo Meu Filme da Paula Pimenta

Recomende outros escritores nacionais:

Recomendo e aprovo. São autores talentosos e que não deixam nada a desejar aos estrangeiros: Paula Pimenta, Tammy Luciano, Fernanda França, Loraine Pivatto, Vivianne Fair, Enderson Rafael, Bruna Longobucco, Roberta Polito e Kamila Denlescki

Dicas para quem quer escrever um livro:

Acho que antes de tudo é avaliar se a atividade lhe dá prazer. Fazer algo por fazer, sem carinho, prazer e diversão é perda de tempo. O leitor precisa sentir através das linhas, que o escritor se divertiu fazendo aquele livro.
Depois é preciso definir um público que se pretende atingir.
Defina também o estilo que se quer escrever, se é fantasia, romance, policial, chick lit...
E por último, criar a história com a trama e personagens.
Se você gostou do que escreveu, distribua exemplares para amigos sinceros, preferencialmente, para que leiam e digam o que acharam (por isso a importância da sinceridade).
Provavelmente, com base nos feedbacks, ou você vai desistir ou acreditar que leva jeito. =)
Se for o segundo caso, certamente você fará algumas alterações ainda baseadas nos feedbacks, analisará a possibilidade de publicar, e aí só faltará o mais fácil: correr atrás e realizar o sonho de ver seu livro nas prateleiras de inúmeros leitores.


Sobre a série “Pobre não tem sorte”:

Conte um pouco como surgiu à ideia da estória.

A história nasceu despretensiosa, sem um dia querer virar um livro. Me considero melhor com a escrita do que com o diálogo. Falo pouco e penso muito. E, numa época complicada da minha vida, eu comecei a escrever como forma de “desopilar o fígado” (essa é difícil, hein?! Vai ter que buscar no Google). Bem depois é que vi que poderia “dar vida” às coisas que escrevia.

Quando surgiu a ideia você já sabia que ia ser um livro ou a princípio achou que teria outro formato como de um conto por exemplo?

Quando comecei a escrever não tinha ideia de nada. Como disse acima, escrevia por escrever, para relaxar a mente. Depois que foi tomando um rumo, eu percebi que realmente poderia virar um livro.

Qual foi a reação da sua família quando você disse que ia escrever um livro?

Vibraram e ficaram felizes por mim. Minha mãe perguntou: “Você vai ganhar dinheiro com isso?” E eu disse: “Não sei mãe, mas não estou pensando nisso agora, como o Guilherme (meu marido) sempre diz, precisamos fazer as coisas por amor... O dinheiro é conseqüência!”

Você pensou em outros nomes para a série?

Não. Esse foi o primeiro título que me veio e foi paixão a primeira lida!

Quem é o responsável pela capa de “Pobre não tem sorte”? (pq é uma gracinha ^^) Conte um pouco de como se deu o processo de criação e escolha:

Eu tinha algo em mente, que era Mariana de frente ao espelho se olhando. A imagem refletida era o que ela queria ser. E a Mariana “real”, seria a realidade dela. A primeira prova foi ela se olhando no espelho segurando uma bolsa. No espelho ela se via com a tal Louis Vuitton e na realidade ela segurava uma bolsa qualquer.
Depois sugeriram que, ao invés da bolsa, fosse ela “sonhando” com o vestido de noiva e o seu casamento. Gostei da sugestão e assim foi feito. A capa foi desenhada pela própria editora.

Quantos livros você acha que serão ao todo na série? Têm planos para mais outros?

Por enquanto apenas dois.
Espero ter inspiração para dar continuidade. =) Mas estou com outras ideias muito interessantes para outros livros. Aguardem! Rs rs rs...

Em sua opinião qual é o personagem mais cativante e o mais complexo da série? E por quê?

Acho que a Mariana é o mais complexo, por que a história gira em torno dela. O mais cativante, na minha opinião, também é a própria Mariana.


Sobre música:

Os livros da série da Mari têm trilha sonora? Qual?

Na época que escrevi PNTS eu não costumava ouvir música. Preferia o silêncio. Quase no final do livro eu busquei em Nando Reis alguma inspiração.

Você escreve ouvindo música? Se SIM o que você ouve? 

Neste segundo eu tenho ouvido muitas músicas que têm me ajudado a inspirar. Tenho várias listas no meu iTunes e sou bastante eclética. Depende do dia, do momento do livro. A mais tocada é uma lista com músicas pop e vai de Lady Gaga a Extreme.

Você acha que as músicas que você está ouvindo no momento influenciam de alguma maneira na estória?

Não chega a influenciar, mas ajuda a fluir. Por exemplo, numa cena de romance ouvir uma boa música romântica ajuda a dar asas à imaginação. Escrever é maravilhoso, mas se não for “NAQUELE” momento mágico de inspiração, é melhor esperar vir outro.

O que toca no seu MP3/4/5?

É um ipod velhinho. Toca de tudo pois tem as músicas minhas, dos meus filhos e do meu marido. Tem desde heavy metal até música clássica....


Sobre o futuro:

Já existem planos para algum outro livro relativo à série mais adiante? 

Estou terminando o segundo livro. Que já tem título e tudo. Pretendo lançá-lo no final do ano. Para tanto estou indo para Buenos Aires no próximo mês para coletar alguns pormenores de lugares que fazem parte da história.... ai ai, olha eu já dando mais dicas do que acontece no livro, hein?!

Outros projetos literários?

Por ora quero publicar o segundo livro e depois lançar a segunda edição de PNTS, uma vez que a primeira está quase esgotada. Depois vou me dedicar àquelas ideias que mencionei mais acima...

Outros projetos futuros na internet ou fora dela?

Faço parte do grupo “Novas Letras”. Este grupo é formado por novos autores e temos um projeto de divulgação junto à Saraiva. A partir de agosto estaremos, todo primeiro sábado do mês, em uma loja da Saraiva debatendo algum tema relacionado aos livros.

Qual seu grande sonho para o futuro?

Que meus livros sejam lidos por muitos leitores, pois escrevo com muita dedicação, inspiração e, principalmente, diversão. Se ler os meus livros proporcionar alguns momentos de alegria para as pessoas, quanto mais pessoas lerem melhor!


Clicando aqui você pode ler a resenha que eu fiz sobre "Pobre não tem sorte".


Muito obrigada Leila pela participação! Foi ótimo! Adorei!
Muito sucesso pra você sempre! ^^
E obrigada a todos pelas visitas, comentários e acessos. S2
Bjs

5 comentários:

  1. Ei, parabéns pela entrevista superdescontraída! ^_^
    EStou doida para ler esse livro, e conhecer meis um pouco da fofa autora é sempre bom!!
    bjus

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  2. Adorei! A Leila é uma fofa, né? *-*
    Sou louca pra ler PNTS, pena que tô em Portugal, mas qnd for ao Brasil, vou ler com certeza! :)
    ;**

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  3. De nada Rafa.
    Bater esse papo contigo foi uma alegria!
    Beijos,
    -Leila

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  4. Que legal a questiovista :)
    Fiquei curiosa pra saber o que acontece em Buenos Aires. Será uma lua de mel? Hahahaha.
    Concordo que a Mariana seja o personagem mais complexo e também o mais cativante.
    E a Leila pode ter certeza que os leitores têm ótimos momentos lendo PNTS. Foi um dos livros que mais me fez rir.

    Beijos

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