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sábado, 30 de maio de 2009

Grécia



A Grécia (em : Ελλάδα,AFI: [e̞ˈlaða] ,ou Ελλάς, AFI:[e̞ˈlas
É o país mais meridional dos Balcãs e confina a norte com a República da Macedônia, com a Bulgária, e com a Albânia, a leste com a Turquia, quer em fronteira terrestre, quer com fronteira marítima no Mar Egeu, a sul com o Mar Mediterrâneo e a oeste com o Mar Jônico, através do qual tem ligação a Itália.

Localizada na juntura da Europa, Ásia e África, a Grécia é o berço de nascimento da democracia, filosofia ocidental, dos Jogos Olímpicos, da Literatura ocidental e da historiografia, bem como da Ciência política, e dos mais importantes princípios matemáticos, e também o berço de nascimento do teatro ocidental, incluindo os gêneros do drama, tragédia e da comédia.


Etimologia

Grego é o nome pelo qual os romanos designavam os helenos, habitantes da Hélade que ficou conhecida como Grécia. As formas portuguesa Grécia, castelhana e italiana Grecia, francesa Grèce, inglesa Greece, são um eruditismo calcado sobre o latim Græcia (com o etnônimo respectivo grego, griego, greco, grec e greek, do latim græcus')'.

O geônimo latino se funda sobre o etnônimo, com sufixo (-ia), latim típico de nome de país ou região. O etnônimo latino é empréstimo ao grego graikós ("grego"), que sob a forma plural graikoí, principiou a ser episodicamente empregado em lugar do grego ΄ελληνες (helenos) somente depois de Aristóteles. Mesmo o latim Græcia, antes de designar a totalidade do país, foi usado com epítetos (Græcia Ulterior, Magna Græcia), ou no plural, Græciæ ("Grécias"), quando abarcava o todo.

O todo em latim foi de início designado como Hellas, - adis, Hélade. Assim, por exemplo, em Plínio, O Velho. Em Cassiodoro já ocorre a forma latina Hellada. Esta, por sua vez, é empréstimo do gr. Hellás - ádos, que desde Ésquilo designa a totalidade das regiões habitadas pelos helenos.


História

A antiga Grécia Continental fazia limites com a Ilíria a norte, a leste com o Egeu, a oeste com o Mar Jónico, e a sul com o Mediterrâneo. Tinha mais de 100.000 km². As suas montanhas, com o céu quase sempre azul e seu clima suave faziam da Grécia um dos mais maravilhosos e melhores países do mundo. Foi naquele pequeno país que a civilização ocidental começou há mais de dois mil e oitocentos anos. Naquele tempo a civilização grega estava dividida em Cidades-Estado (pólis) que dominavam grandes áreas das margens do Mediterrâneo e do Mar Negro.

Atualmente, a Grécia é um único país de poder reduzido, e um dos menos desenvolvidos da Europa. Atenas é a capital e maior cidade do país, com quatro milhões de habitantes. Em Atenas e em outras partes da Grécia, existem esplêndidas ruínas de monumentos do passado glorioso da antiga civilização. Há milhares de anos, os gregos estabeleceram tradições de justiça e liberdade individual que são as bases da democracia e da economia de mercado. A sua arte, filosofia e ciência tornaram-se fundamentos do pensamento e da cultura ocidentais. Os gregos da Antigüidade chamavam a si próprios de helenos (todos que falavam o grego, mesmo que não vivessem na Grécia Continental), e davam o nome de Hélade a sua terra. Os que não falavam o grego eram chamados de bárbaros. Nunca formaram um governo central, porém estavam unidos pela mesma cultura, religião e língua. A Grécia tornou-se independente em 14 de Setembro de 1829, após o Tratado de Adrianópolis ser assinado entre Rússia e Turquia, o qual pôs fim à guerra de independência.


Política

Desde 3 de Junho de 1975, com a adoção da nova Constituição, a Grécia é uma democracia republicana parlamentar.

A monarquia foi rejeitada a 8 de Dezembro de 1974.

O voto é obrigatório e universal, sendo adquirido esse direito aos dezoito anos.

O poder executivo é regido pelo Chefe de Estado, que é eleito pelo parlamento. Além disso, existe ainda o chefe do Governo, nomeado pelo presidente e o Gabinete do Governo, cujos membros são também nomeados pelo presidente, tendo em conta as recomendações do primeiro-ministro.

O poder legislativo é unicamarário (só possui uma câmara de deputados) e o judicial conta com uma Corte e um Tribunal Supremo. O sistema legal baseia-se no código romano. Tem cortes divididas em assuntos civis, administrativos e criminais.


Subdivisões

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Geografia

O país consiste de um território continental na extremidade sul dos Balcãs, da península do Peloponeso, separada do continente pelo Canal de Corinto, e de númerosas ilhas, incluindo Creta, Rodes, Eubéia e os arquipélagos do Dodecaneso e das Cíclades no Mar Egeu, e das Ilhas Jónicas no Mar Jónico. A Grécia tem mais de 14 880 km de costas e uma fronteira terrestre de 1 160 km.

Cerca de 80% da Grécia é território montanhoso ou, pelo menos, acidentado. A maior parte do país é seca e rochosa. Só 28% da terra é arável. A Grécia Ocidental contém lagos e zonas úmidas. O Pindo, a cadeia montanhosa central, tem uma elevação média de 2 650 m. O lendário Monte Olimpo (Macedônia) é o ponto mais alto da Grécia, atingindo 2 917 m acima do nível do mar.

O clima grego é semelhante ao português, com invernos suaves e úmidos e verões quentes e secos. As temperaturas só raramente atingem valores extremos, embora ocorra queda de neve nas montanhas e até mesmo em Atenas, em alguns invernos.


Economia

A economia da Grécia é uma economia capitalista mista com grande participação das empresas governamentais tendo como principal atividade o setor de serviços. A indústria responde por 20% do PIB e a agricultura gera cerca de 4% do mesmo. Somente o setor do turismo gera cerca de 15% das receitas do país.

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Demografia


A Grécia tem sido habitada desde o Período Paleolítico e, por volta do ano 3.000 A.C. se tornou o lar, nas Ilhas Cícladas, de uma cultura cuja arte permanece como a mais notável da História. No início do 2o milênio A.C., a ilha de Creta foi o lar do sofisticado império marítimo dos minóicos, cujo comércio atingia o Egito e a Sicília. Os Minóicos foram derrotados pelos Micênicos, um povo da Grécia continental, que falava um antigo dialeto grego.

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Cultura


Os remanescentes físicos da cultura da Grécia Clássica conservam-se principalmente em Atenas, Esparta, Micenas, Argos e outros sítios, enquanto as esculturas e outros objetos de arte exibidos nos museus gregos (Nacional, de Heracléia, da Acrópole, etc.), e dos principais centros culturais do mundo constituem uma lembrança permanente de copiosa herança cultural helênica, que ainda continua viva na educação dos gregos.

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Arte

A arte e a arquitetura das sociedades gregas desde o início da Idade do Ferro (século XI A.C.) até o final do século I A.C. Antes disso (Idade do Bronze), a arte grega do continente e das ilhas (excetuando-se Creta, onde havia uma tradição diferente chamada arte minóica) é conhecida como arte micênica, e a arte grega mais tardia, chamada helenística, é considerada integrante da cultura do Império Romano (arte romana).

Os gregos, inicialmente um conjunto de tribos relativamente autônomas que apresentavam fatores culturais comuns, como a língua e a religião, instalaram-se no Peloponeso nos inícios do primeiro milênio antes de Cristo, dando início a uma das mais influentes culturas da Antiguidade.

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Capital: Atenas
Cidade mais populosa: Atenas
Língua oficial: Grego
Hino Nacional: Ύμνος πρός την Ελευθερίαν
Em Português: "Hino da Liberdade"
Moeda: Euro
Clima: Mediterrâneo
Governo: República parlamentarista
Presidente: Károlos Papúlias
Primeiro-ministro: Konstantínos A. Karamanlís


Fonte:
Wikipédia

domingo, 19 de abril de 2009

Irlanda




A Irlanda (em irlandês: Éire; em inglês: Ireland), é um país situado no noroeste da Europa. O moderno estado soberano ocupa cerca de cinco sextos da ilha da Irlanda, que foi reparticionada pela primeira vez em 3 de Maio de 1921. É delimitada a norte pela Irlanda do Norte (pertencente ao Reino Unido), pelo Oceano Atlântico a oeste, pelo Mar da Irlanda a leste, e pelo Mar Céltico e pelo Canal de São Jorge a sul e sudeste. Juridicamente, o termo República da Irlanda (em irlandês: Poblacht na hÉireann) é a descrição do estado, mas Irlanda é o seu nome.

Apesar de uma previsão de redução do período de crescimento econômico, em 2008, a Irlanda tem hoje o quinto PIB per capita mais elevado do mundo, e o sétimo PIB per capita considerando a paridade do poder de compra, A Irlanda tem também o quinto IDH mais elevado do mundo. O país também se orgulha de ter a mais alta qualidade de vida do mundo, estando em primeiro lugar no ranking do ídice de qualidade de vida do Economist Intelligence Unit. A Irlanda foi a sexta classificada no Índice Global da Paz. A Irlanda também tem uma alta classificação no seu sistema de ensino, na liberdade política e direitos civis, na liberdade de imprensa e na liberdade económica, a qual foi também classificada como o quarto país do Índice Failed States, sendo um dos poucos países "sustentáveis" em todo o mundo. A Irlanda tem emergido como um destino atraente para imigrantes estrangeiros, que hoje totalizam aproximadamente 10% da população. A população da Irlanda é a que tem o maior crescimento na Europa, com uma taxa de crescimento anual de 2,5%.


História

A Irlanda é o sucessor do Estado Livre Irlandês. Este domínio tinha sido constituído quando toda a ilha da Irlanda se separou do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda em 6 de Dezembro de 1922. No entanto, no dia seguinte, o Parlamento da Irlanda do Norte exerceu o seu direito ao abrigo do Tratado Anglo-Irlandês, e optou voltar a pertencer ao Reino Unido. Esta acção, conhecida como a Partição da Irlanda, foi seguida de quatro tentativas para introduzir o governo autônomo de toda a ilha da Irlanda (em 1886, 1893, 1914 e 1920). O Estado Livre Irladês foi abolido quando a Irlanda foi formalmente criada em 29 de Dezembro de 1937, o dia em que a sua Constituição entrou em vigor.

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Política


A Irlanda é uma democracia parlamentar. O poder legislativo é exercido pelo Parlamento (Oireachtas), constituído pelo Presidente e duas câmaras: o Dáil Éireann (Câmara dos Deputados) e o Seanad Éireann (Senado). Os 166 membros do Dáil são eleitos por sufrágio universal, por um período máximo de cinco anos, segundo o sistema de representação proporcional. O Senado compõe-se de 60 membros, dos quais 11 são nomeados pelo Primeiro-Ministro (Taoiseach), 43 são eleitos pelos membros do Dáil, do anterior Seanad e das autoridades locais a partir de listas de candidatos que pertencem a cinco sectores essenciais da sociedade: educação, agricultura, trabalhadores, indústria e comércio e administração. As universidades elegem seis membros do Senado.

Qualquer proposta de lei de revisão constitucional necessita do acordo das duas câmaras e de ser ratificada por referendo. O Presidente, que é eleito directamente por sete anos, nomeia, sob proposta do Dáil, o Primeiro-Ministro e sob proposta deste e o acordo prévio do Dáil, os ministros. O Dáil Éireann pode ser convocado ou dissolvido pelo Presidente, após parecer do Primeiro-Ministro. O Governo é constituído por um máximo de 15 membros, dos quais dois devem pertencer ao Senado e os restantes ao Dáil.


Geografia

A costa ocidental da Irlanda consiste principalmente de arribas, colinas e montanhas baixas (o ponto mais elevado é o Carrauntoohill, com 1 041 m). O interior do país é predominantemente composto por terras agrícolas relativamente planas, atravessadas por rios como o Shannon e ponteado por vários lagos grandes, os loughs. O centro do país faz parte da bacia hidrográfica do rio Shannon, e contém grandes áreas de paul, usados para a produção de turfa. O clima temperado da ilha é modificado pela corrente do Atlântico Norte e é relativamente suave. Os verões raramente são muito quentes, mas é raro fazer muito frio no inverno. A precipitação é muito comum, com até 275 dias de chuva por ano em algumas partes do país. As cidades principais são a capital, Dublin, na costa oriental, Cork no sul, Galway e Limerick na costa ocidental e Waterford na costa sudeste .

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Economia

A República da Irlanda tem uma economia pequena, moderna e dependente do comércio, com um crescimento médio de uns robustos 9% entre 1995 e 2001. A agricultura, em tempos o setor mais importante, tem agora muito pouca importância quando comparada com a indústria, que é responsável por 40% do PIB, cerca de 80% das exportações e que emprega 28% da força de trabalho. Embora as exportações se mantenham como o principal motor para o grande crescimento da economia irlandesa, esta também tem beneficiado de um aumento nos gastos dos consumidores e de uma recuperação no investimento na construção e nos negócios.

Ao longo da última década, o governo irlandês tem implementado uma série de programas econômicos nacionais destinados a controlar a inflação, diminuir os impostos, reduzir a percentagem que o investimento público tem no PIB, aumentar a qualificação da mão-de-obra e promover o investimento estrangeiro. A Irlanda juntou-se a outros 11 países da UE no lançamento do euro em Janeiro de 1999. Este período de grande crescimento económico levou muitos autores a chamar à Irlanda o Tigre Celta. A economia sentiu o impacto do abrandamento económico global de 2001, em especial no setor de exportação de alta tecnologia; a taxa de crescimento diminuiu para cerca da metade.


Demografia

A população total da ilha da Irlanda é pouco mais de 6 milhões de habitantes (2006), dos quais 4 239 848 residem na República da Irlanda (1,7 milhões de habitantes residem na Área Metropolitana de Dublin) e 1,7 milhões de habitantes na Irlanda do Norte (600 000 dos quais a residir na Área Metropolitana de Belfast que corresponde à população total das cidades de Belfast, Castlereagh, Carrickfergus e Lisburn). Em 1841, a população era de 6,5 milhões de habitantes, e subiu para 5,1 milhões em 1850 após a Grande Fome Irlandesa, com a emigração em massa. A população continuou a descer até aos anos da década de 1960, como indicado em dados relativos a 1901, onde a população era de 3,2 milhões de habitantes, contrapondo os 2,8 milhões de 1961, mas a partir dessa altura, tem vindo a aumentar novamente. Na década de 1990, e ainda mais na de 2000, a imigração tem vindo a aumentar.

A Irlanda tem sido habitada há pelo menos 9000 anos, embora pouco se saiba sobre as pessoas da era do Paleolítico e do Neolítico que habitaram a ilha. Os registos históricos e genealógicos revelam a existência de diversos povos (Cruithne, Attacotti, Conmaicne, Éoganachta, Érainn, Soghain, e outros). Durante os últimos 1000 anos, foram influenciados pelos Vikings, que fundaram vários portos, incluindo o de Dublin, e também pelos Normandos. No entanto, a maioria (80%) da população é descendente de que os primeiros habitantes da ilha tenham a habitando a partir do final da Idade do Gelo. Muitos, na Irlanda do Norte, são descendentes dos colonos de Inglaterra, especialmente dos da Escócia.

Durante muitos anos, acreditou-se que os irlandeses são de origem "celta". No entanto, os recentes indícios de ADN mostram que as pessoas do oeste da Irlanda e de Gales (e, em menor grau, da Escócia e da Inglaterra) têm muitos traços genéticos em comum com o povo do norte da Espanha, formalmente conhecida como Gallaecia. Na verdade, a origem da toponomia etimológico de Galiza, no País de Gales, e Gália e Galiza, na Polônia, é proveniente da mesma raiz celta, resultado do baixo domínio celta em relação ao latim. Além disso, alguns teorizam que, embora o basco não seja, certamente, uma língua celta, poderia ter sido do contacto com a cultura celta, através da imigração de irlandeses, que é conhecido como pré-celta. Esta posição é difícil de confirmar porque a informação é relativamente nova. Culturalmente, porém, os irlandeses são inegavelmente de origem celta, e mais semelhantes ao povo escocês e galês.

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Cultura

Na cultura irlandesa, destacam-se os escritores Jonathan Swift e Oscar Wilde, para além dos quatro Nobel da Literatura: George Bernard Shaw, W. B. Yeats, Samuel Beckett e Seamus Heaney. Apenas um irlandês ganhou o Nobel da Física, por Ernest Walton, em 1951. Para além desses, também deram contributo William Thompson, importante naturalista, e William Rowan Hammilton, foi um renomado físico e matemático do século XIX.

Uma das mais lotadas áreas de Dublin é o chamado Temple Bar (a antiga área onde é possível encontrar pessoas de todo o mundo) ou em locais diversos como a moderna Thunder Road Cafe. Na dança destaca-se o Riverdance. O primeiro médico com título nobiliárquico, Sir Hans Sloane, foi um médico irlandês cujo hobby era a botânica e cuja coleção é o núcleo do Museu Britânico.

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Hino Nacional: Amhrán na bhFiann
Em Português: Canção do Soldado
Capital: Dublin
Cidade mais populosa: Dublin
Língua Oficial: Irlandês e Inglês
Moeda: Euro
Website Governamental: www.irlgov.ie

Fonte:
Wikipédia

domingo, 11 de janeiro de 2009

Escócia



A Escócia (em gaélico escocês Alba; em scots e em inglês Scotland) é uma nação no noroeste da Europa e uma das nações que integram o Reino Unido. Ocupa o terço setentrional da ilha da Grã- Bretanha, limita com a Inglaterra ao sul e é banhada pelo Mar do Norte a leste, pelo Oceano Atlântico a norte e oeste e pelo Canal do Norte e pelo Mar da Irlanda a sudoeste. Ademais de parte da Grã-Bretanha, o território escocês inclui mais de 790 ilhas. O mar territorial adjacente no Atlântico Norte e no Mar do Norte contém as maiores reservas de petróleo da União Européia. A capital Edimburgo é um dos maiores centros financeiros europeus.

O Reino da Escócia foi um Estado independente até 1 de maio de 1707, quando os Atos de União formalizaram uma união política com o Reino da Inglaterra, de modo a criar o Reino Unido da Grã-Bretanha. A Escócia continua a ter Estado e jurisdição separados para fins de direito internacional. O direito e o sistema de ensino escoceses, bem como a Igreja da Escócia, têm permitido a continuação da cultura e da identidade nacional escocesas desde a união. O Parlamento escocês, atualmente, é autônomo em relação à coroa britânica.


História:

A história escrita da Escócia começa, em linhas gerais, com a ocupação do sul e do centro da Grã-Bretanha pelo Império Romano, território transformado na província romana da Britânia e que equivale atualmente à Inglaterra e ao País de Gales. O norte da ilha, conhecido como Caledônia e habitado pelos pictos, não foi conquistado pelos romanos. Segundo a tradição, o Reino da Escócia foi fundado em 843, quando Kenneth I se tornou rei dos pictos e dos escotos.

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Política:

A Política da Escócia faz parte da ampla política do Reino Unido, sendo a Escócia um dos países constituintes do Reino Unido.

Constitucionalmente, o Reino Unido é *de jure um Estado unitário com um parlamento e governo soberano. No entanto, ao abrigo de um regime de devolução (ou home state) aprovou em finais da década de 1990 , que em três dos quatro países constituintes dentro do Reino Unido - Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte- votaram a favor de um auto-governo limitado, sujeito à autoriedade do Parlamento britânico em Westminster, nominalmente na vontade, no sentido de alterar, modificar, ampliar ou suprimir os sistemas nacionais governamentais. Como tal, o parlamento escocês não é, *de jure , soberano.

O chefe de Estado na Escócia, é a monarca britânica, atualmente Isabel II (desde 1952).

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Geografia:

A Escócia ocupa o terço setentrional da ilha da Grã-Bretanha. Com uma área de aproximadamente 78.772 km², sua única fronteira terrestre é com a Inglaterra, ao sul. A Escócia encontra-se entre o Oceano Atlântico, a oeste, e o Mar do Norte, a leste.

O país inclui o território na Grã-Bretanha e diversos arquipélagos, como as Shetland, as Órcades e as Hébridas. O território britânico da Escócia pode ser dividido em três áreas, a saber, as Highlands ao norte, o Cinturão Central (Central Belt) e as Terras Altas Meridionais (Southern Uplands) ao sul. As Highlands são montanhosas e apresentam as maiores elevações das Ilhas Britânicas (Ben Nevis, 1.344 m, o ponto culminante). O Cinturão Central é plano, concentra a maior parte da população e inclui grandes cidades como Glasgow e Edimburgo.


Subdivisões:

As subdivisões da Escócia, definidas pelo governo como Council Areas (Áreas de Concelho), formam as áreas de governo local da Escócia, e são todas autoridades unitárias, segundo uso do governo e definição da lei. Elas não coincidem com os condados tradicionais da Escócia.

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Economia:

A economia escocesa é baseada na alta produção têxtil e agrícola, sendo também tradicional a produção de uísque.

Edimburgo e Glasgow são as cidades mais industrializadas da Escócia. A evolução da economia escocesa é fundamentalmente dependente da evolução da economia de todo o Reino Unido.


Demografia:

A Escócia abrange uma área de 78.782 km², dando-lhe uma densidade populacional de 64 habitantes por quilómetro quadrado. Cerca de 70% da população do país vive na Central Lowlands - um vasto e fértil vale num estiramento na orientação nordeste-sudoeste entre as cidades de Edimburgo e Glasgow, incluindo grandes povoações como Paisley, Stirling, Falkirk, Perth e Dundee.

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Cultura:

Na Escócia falam-se três línguas: o inglês da Escócia, o Scots (que por vezes não é considerado como um idioma separado) e o gaélico escocês. A cidade de Edimburgo recebe, no Verão, aquele que é considerado o mais importante festival de teatro do Reino Unido.

O kilt surgiu no século XVI, no norte da Escócia. Cada clã ou família tinha um tipo de quadriculado no kilt, que identificava os seus integrantes. O Monstro do Lago Ness - Há séculos os habitantes da região dizem que um monstro pré-histórico vive no fundo desse lago. Muitas expedições foram feitas no local e até hoje nada foi encontrado. O uísque é a bebida escocesa por excelência.


Lema: In My Defens God Me Defend
Em Português: Em minha defesa, Deus defende-me
Hino Nacional: "God Save The Queen"
Em Português: Deus Salve À Rainha
Capital: Edimburgo
Cidade mais populosa: Glasgow
Língua Oficial: Gaélico Escocês, Inglês
Primeiro Ministro: Alex Salmond
Formação: na Idade Média
Moeda: Libra Esterlina
Website Governamental: http://www.scotland.gov.uk/

*
De jure - (Latim) - Pela lei. Na teoria. De acordo com a lei. De direito.

Fonte: Wikipédia