Como falar Dragonês - Cressida Cowell



Sinopse:

Soluço Spantosicus Strondus III foi o mais grandioso herói já visto em todo o território viking. Ele era bravo, impetuoso e muitíssimo inteligente. Mas até mesmo os grandes heróis podem ter dificuldades no começo. Principalmente se têm como companheiro um dragãozinho teimoso e mal-educado. Nessa nova aventura da série, o dragão Banguela foi capturado, um nanodragão está prestes a virar refeição e Dragões-tubarões estão à solta. Mais uma vez, os vikings precisam de um salvador... Soluço! Com aventura, ação, muito humor e ilustrações divertidíssimas, a receita do sucesso de Como treinar o seu dragão é seguida à risca no terceiro lançamento da série escrita e ilustrada pela inglesa Cressida Cowell, autora premiada de obras infantis e infantojuvenis. Crianças, jovens e adultos que já conhecem Soluço e o dragão Banguela, seja das páginas dos livros, seja das telas de cinema, não vão perder essa nova história.

Minha Opinião:

Este é o terceiro livro da série Como treinar o seu dragão.
Uma série de oito livros + um guia muito fofos da autora Cressida Cowell.
O primeiro é o "Como treinar o seu dragão" que dá o nome à série e eu já fiz a resenha do segundo livro "Como ser um pirata" aqui.

Como falar Dragonês segue o padrão visual dos outros dois livros anteriores com ilustrações que dão a impressão desejada de terem sido feitos por uma criança (no caso o Soluço que seria o autor dos livros em formato de diários), onde são contadas as aventuras do Soluço e seu dragão Banguela. Neste terceiro livro continuamos acompanhando essas aventuras envoltas em muitas confusões e arrancando risadas até dos mais sérios.
Eu adoro essa série, ela me encanta. Todo o humor, aventuras, vilões, trapalhadas, mal-entendidos, são encantadores. Todo o conjunto é muito bonitinho, a linguagem bem-humorada e a forma divertida e pra cima que a autora passa mensagens e morais positivas é excelente. Capaz de alcançar qualquer publico, desde as crianças até os mais velhos e em vários momentos emocionar a todos.

Como falar Dragonês é um livro de leitura rápida e muito gostosa, e quando menos esperamos já está no final e queremos o próximo.
A capa é muito linda e estamos sempre descobrindo novos detalhes nos desenhos.
Super indico não só para as crianças, mas também para aqueles que mantém suas crianças interiores sempre vivas. ^^
Vale a pena.
Bjs
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Resultado - Promoção "A escolha de cada um"



Olá! ^^
Peço desculpas pela demora em postar o resultado desta promoção e em atualizar o blog, é que tive alguns problemas com a Internet e por isso fiquei uma semana sem poder acessar. =/

Bem, mas vamos ao resultado da promoção que o CdM fez em parceria com a autora Regina Monge e vamos descobrir agora quem foi o sortudo que ganhou um exemplar autografado do livro da autora, "A escolha de cada um".
Lembrando que algumas inscrições foram canceladas devido a erros na hora do preenchimento do formulário.


E o ganhador foi...


*suspense*



O número...


8 - Alexandrina Oliveira


Eis abaixo o print do sorteio:




Super parabéns Alexandrina!!!!

Vou enviar um e-mail para a vencedora solicitando os dados para serem repassados à autora Regina Monge que logo logo enviará o livro para ela.

E você que não ganhou poderá ganhar um outro livro aqui no CdM, ainda dá tempo, participe da promoção Lua Negra!

Clique no banner abaixo para participar.

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Doce traição - Alexandra Sellers



Sinopse:

O que teria trazido Desiree Drummond ao desértico país do sheik Salah Al Khouri? Ele sabia que ela possuía motivos ocultos. Afinal, não fora sempre assim? Ele a havia deixado escapar antes, mas não cometeria o mesmo erro duas vezes. Um pedido desesperado havia levado Desiree de volta a Salah. Embora o homem que a olhava com olhos tão frios fosse muito diferente do jovem galante por quem se apaixonara, ela lutaria por seu objetivo: impedir seu casamento de conveniência... a qualquer custo!

Minha Opinião:

Weeell vamos lá:

Achei esse livro legalzinho, acho que não poderia arrumar uma descrição melhor.
Ele é bom mas em minha opinião não é uma leitura excepcional.
Já li alguns livros com histórias sobre Sheiks e tenho que admitir que alguns têm quase a mesma história, mas alguns outros são "a fina flor" digamos assim, e ainda me surpreendem e seguram até o fim, acho que depende muito dos elementos da história e da autora.

Doce Traição não me empolgou, minha leitura foi bem arrastada e achei a história bem repetitiva e parada, meio clichê demais. Não gostei da mocinha, a Desi, achei ela muito fresca e mimada demais pro meu gosto, ela queria se fazer de forte mas não me convenceu.
O melhor do livro é o mocinho, o Salah, que pode ter defeitos pra caramba e ser muito irritante, mas foi quem deu um temperinho a trama (e acho que a Desi merecia mesmo sofrer na mão dele, definitivamente não gostei dela, uma personalidade muito sem graça).
A história só foi melhorando perto do final, mas para mim nem foi grande coisa. Acho que do livro inteiro o melhorzinho mesmo é o final e alguma ou outra parte hot e romântica e só.

Foi uma leitura bem passável, mas acontece. Em breve vai ter aqui no blog uma resenha de um livro de Sheik que eu amei.
Aguardem.
Bjs

PS.: Gostei da capa. =P
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Eu mato - Giorgio Faletti



Sinopse:

Na obra 'Eu Mato', um agente do FBI e um detetive enfrentam um serial killer em Montecarlo, no glamoroso Principado de Mônaco. Trata-se do caso mais angustiante de suas carreiras - capturar o assassino que anuncia seus próximos alvos por meio de enigmas propostos em telefonemas para um programa de rádio, conduzido por um apresentador carismático. Para confundir a polícia, músicas são utilizadas como pistas dos crimes, cujas doses de barbárie e astúcia abatem e desnorteiam policiais, investigadores e psiquiatras. Os assassinatos, caracterizados pela frase 'Eu mato' escrita com sangue, são marcados por uma violência que não poupa nem mesmo a pele das vítimas.


Minha Opinião:

Gente, o que é que é esse livro! Bom demais!
Foi minha segunda experiência lendo Thrillers Policiais (a primeira foi lendo Destino: Inferno do Lee Child) e ainda bem que li ele antes pois me apresentou a este estilo de literatura e me preparou mais para a intensidade de "Eu mato". Acho que ambos são fortes, mas como já disse na minha resenha sobre Destino: Inferno, ele é mais voltado para o lado da ação, aventura, explosões, lutas e etc; E o livro do Giorgio Faletti é mais para o lado do suspense, onde você tem que junto com a policia da trama tentar descobrir quem é o assassino; Os dois livros têm muita adrenalina e violência, mas vão por vertentes diferentes.

Quando comecei a ler "Eu mato" fiquei meio receosa de que fosse um livro pesado demais para mim, que tivesse trechos detalhados demais de torturas nas mortes causadas pelo serial killer conhecido como Ninguém (e tenho que dizem que o cara é completamente maluco, e sádico até o último fio de cabelo, e sendo completamente honesta, juro que fiquei com medo em alguns momentos rs o.O). Mas a narrativa de Giorgio Faletti é tão empolgante que acabei não dando tanta importância a isso, e quando chegavam esses momentos, me surpreendia porque eu imaginava coisa muito pior rsrs, além disso o Giorgio tem o talento nato daqueles escritores que sabem parar na hora certa um capítulo, aproveitando o 'gancho' de suspense e não apelando para as "benditas" descrições esmiuçadas.

O clima do livro é dividido entre a esperançosa luta e força de vontade sobrehumanas de fazer justiça do delegado Nicolas Hulot e do agente do FBI Frank Ottobre, e as partes preenchidas pelo ponto de vista do assassino numa descrição tão poético-sombria de sua mente doentia que eu particularmente fiquei fascinada tentando entender o que o levava a cometer atos tão brutais, acho que essa pode ter sido uma das intenções do autor, que os leitores quisessem tentar entender o que se passa pela mente de Ninguém, quais eram as razões por trás deste comportamento tão chocante, para assim descobrir as respostas, se foi, ele conseguiu com êxito. Um detalhe que eu achei interessante foi que esses momentos das mortes e onde o assassino aparecia são chamados de "Carnavais" - "Primeiro Carnaval", "Segundo Carnaval" e por aí vai - achei muito criativo. ( E queria perguntar para o autor o motivo =P)

O mais legal é que realmente me supreendi com quem é o psicopata, totalmente.
E o leitor só descobre quem é quase no final do livro, junto com os policiais.
A única coisa que não gostei no livro todo foi um determinado acontecimento que me deixou muito triste. Não queria que acontecesse de jeito nenhum. =( A morte de um personagem que era muito querido por mim, não achei que a trama precisasse disso.
O final foi fantástico e ainda deixou uma pontinha de suspense no ar, que foi normal considerando que esse elemento esteja espalhado pelo livro todo e dá até um bom 'gancho' para uma possível continuação. ^^

"Eu mato" é um livro incrível para quem gostar do gênero policial e acho até para quem não goste. Vale a pena porque quem sabe sua experiência seja parecida com a minha e você também fique encantado?
Gostaria que os outros livros do autor fosse publicados aqui também, porque gostei muito da forma de escrever do Giorgio Faletti.
Esse livro eu Recomendo (sim, com "R" maiúsculo mesmo)  com muito gosto.
A-DO-REI!
Bjs
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Amigos e amantes - Daphne Clair - (Maratona de Banca)



Sinopse:

Catherine queria sair pela rua gritando para desabafar seu desespero. Em vez disso, recolocou o fone no gancho e chorou baixinho. Mais uma vez o marido desmarcava um encontro com ela para ficar trabalhando. Por que Jason sempre a deixava em segundo plano? Será que depois de oito anos de casamento a vida tinha de ser assim tão triste? Sem pensar muito, pegou a bolsa e foi procurar Tony. Era seu único amigo, e Catherine nunca se atreveu a sonhar que poderiam tornar-se amantes. Não tinha percebido ainda o quanto era fácil ultrapassar o tênue limite da amizade para ceder aos impulsos de uma paixão louca e perigosa.

Minha Opinião:

Este é o livro do mês de outubro da Maratona de Banca. (tô atrasada de novo =( )
Tema: amigos que se apaixonam

Quando escolhi esse livro tinha a impressão de que iria gostar, pois geralmente gosto de florzinhas (pelo menos da maioria) e também pela sinopse que me dava a ideia de uma história com bastante intriga e quase sempre gosto disso rs, acho que dá um certo tempero a mais nas histórias.
Só que no final das contas não gostei, ou melhor não sei até agora o que pensar sobre os protagonistas (a Catherine e seu marido Jason, é verdade Carla como você disse no seu comentário na minha lista, eles é que são os personagens principais ^^).
E acho que para explicar isso vou ter que usar de um artifício que não gosto muito em resenhas, um pequeno spoiler, mas nada que prejudique a leitura, então vamos lá:

Eu não cheguei a uma conclusão ainda sobre dinâmica do relacionamento da Catherine com o Jason, até o meio do livro mais ou menos eu consegui, mas depois disso foi uma incógnita para mim. Acho que existem duas opções: ou os dois gostam no fundo de um sexo mais selvagem, digamos assim, e têm uma cabeça mais aberta e pra frente, (pq a história é dos anos 80) e a autora resolveu ousar para os padrões da época, ou simplesmente o marido é muito agressivo e gosta de humilhar a esposa e ela é uma boba que deixa ele fazer o que quiser, dizendo não quando no fundo quer dizer sim.
Aff! não sei o que pensar. Se a intenção da autora foi a primeira hipótese, tudo bem eu respeito. Mas se foi a segunda opção... (e que em muitos momentos parecia para mim), sem comentários. ¬¬
Cheguei a ficar aflita em algumas cenas que pareciam violência gratuita, como a mocinha podia ser tão submissa, tão boba, tão passiva. Aff!
Já disse a vocês em outras resenhas que eu não gosto desse tipo de mocinha, que gosto de personagens fortes, lutadoras, trabalhadoras, guerreiras, e até aquelas que sofrem mas dão a volta por cima depois.
Acho que já li tantos livros com personagens assim, que não tenho quase mais paciência nenhuma com as mocinhas fracas.
Depende muuuuuito do contexto em que elas estão incluídas e olhe lá!

Por esses motivos não gostei de Amigos e Amantes, apesar de gostar de alguns outros livros da Daphne Clair.
Achei a capa bacaninha (para a época, contexto da trama, acho que combinou).
Mas esse eu não releria.
Bjs
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